Insegurança

Começo este post como terminei o anterior. A cada momento que passamos vivemos uma sensação de constante insegurança. As pessoas estão com medo de sair de suas casas, só nos últimos dias, assaltantes roubaram e ameaçaram de agressão diversos populares. Aqui no Vila Maria, atacaram 4 adolescentes do sexo femino com idade entre 14 e 17 anos, (o que parece ser o perfil preferido dos meliantes) levaram seus celulares e outros pertences. O que ouço da maioria das pessoas a quem compartilho os acontecimentos é uma expressão de espanto! “Meu Deus, ate quando isso vai continuar?” Não vejo, a curto prazo, uma solução que seja, meramente policial, mas um conjunto de ações que possibilite a comunidade envolver-se. Não podemos simplesmente fingir que não moramos aqui, e que a responsabilidade pela segurança pública é exclusividade do Estado. Vários aspectos são fatores relevantes que ampliam e possibilitam a redução da criminalidade, dentre os quais não cabe apenas a intervenção estatal. O esporte, a cultura, programas e projetos voltados para o socio-educacional, ações, em sua maioria de baixo custo. As pessoas vivem uma relação altamente complexa com a realidade e seu habitat. Em Buritizeiro é possível perceber que os munícipes não se reconhecem como agentes de transformação da própria realidade, sentem-se engavetados pelo poder público, sufocados de informações (propaganda massiva) e não conseguem se organizar em revolta, pois à sempre interesses se sobrepondo ao fiel discursso libertário do novo ideal político.

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